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"Nunca é tarde...
Ou cedo para amar-te.
Ou tarde para ter-te.
Nessa brevidade da vida.
Levo um pouco de ti.
Deixo um pouco de mim.
Deste encontro,
Nunca mais seremos os mesmos.
Passamos por este tempo e espaço,
Entre a vida e a morte.
Amando-nos, fazendo arte."
aoshiro
DVD, ao vivo, gravado em março de 2008 no teatro Fecap em São Paulo, registra o show homônimo, que já passou pelas principais capitais do país. Ao lado do quinteto Pau Brasil, formado por Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão e cavaquinho), Teco Cardoso (sax e flautas), Ricardo Mosca (bateria) e Rodolfo Stroeter (baixo), Mônica Salmaso contempla diversas fases do autor Chico Buarque. Biscoito Fino - https://www.youtube.com/channel/UC0MFq331Z7_CoSFimP84Mbw
Turnê cd Corpo de Baile http://www.monicasalmaso.mus.br/
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Chico: Bastidores - "Sinhá". Participação especial João Bosco
Chico: Bastidores traz uma coletânea de vídeos que apresentam, como o próprio nome sugere, os bastidores da gravação e elaboração do DVD "Chico Na Carreira".
http://www.chicobastidores.com.br/musica
Biscoito Fino https://www.youtube.com/channel/UC0MFq331Z7_CoSFimP84Mbw
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O Bêbado e o equilibrista - João Bosco & Aldir Blanc
Um dos maiores clássicos da parceria João Bosco & Aldir Blanc é “O Bêbado e a Equilibrista”. Mais do que um clássico, essa música foi um hino. Conheça a história de 'O Bêbado e a Equilibrista'. http://jornalggn.com.br/blog/joao/conheca-a-historia-de-o-bebado-e-a-equilibrista
Bye, Bye, Brasil [Chico Buarque e Roberto Menescal]
Bye, Bye, Brasil
Oi, coração
Não dá pra falar muito não
Espera passar o avião
Assim que o inverno passar
Eu acho que vou te buscar
Aqui tá fazendo calor
Deu pane no ventilador
Já tem fliperama em Macau
Tomei a costeira em Belém do Pará
Puseram uma usina no mar
Talvez fique ruim pra pescar
Meu amor
No Tocantins
O chefe dos parintintins
Vidrou na minha calça Lee
Eu vi uns patins pra você
Eu vi um Brasil na tevê
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo tão só
Oh, tenha dó de mim
Pintou uma chance legal
Um lance lá na capital
Nem tem que ter ginasial
Meu amor
No Tabariz
O som é que nem os Bee Gees
Dancei com uma dona infeliz
Que tem um tufão nos quadris
Tem um japonês trás de mim
Eu vou dar um pulo em Manaus
Aqui tá quarenta e dois graus
O sol nunca mais vai se pôr
Eu tenho saudades da nossa canção
Saudades de roça e sertão
Bom mesmo é ter um caminhão
Meu amor
Baby, bye bye
Abraços na mãe e no pai
Eu acho que vou desligar
As fichas já vão terminar
Eu vou me mandar de trenó
Pra Rua do Sol, Maceió
Peguei uma doença em Ilhéus
Mas já tô quase bom
Em março vou pro Ceará
Com a benção do meu orixá
Eu acho bauxita por lá
Meu amor
Bye bye, Brasil
A última ficha caiu
Eu penso em vocês night and day
Explica que tá tudo okay
Eu só ando dentro da lei
Eu quero voltar, podes crer
Eu vi um Brasil na tevê
Peguei uma doença em Belém
Agora já tá tudo bem
Mas a ligação tá no fim
Tem um japonês trás de mim
Aquela aquarela mudou
Na estrada peguei uma cor
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo um jiló
Eu tenho tesão é no mar
Assim que o inverno passar
Bateu uma saudade de ti
Tô a fim de encarar um siri
Com a benção de Nosso Senhor
O sol nunca mais vai se pôr
Fátima Guedes (Rio de Janeiro, 6 de maio de 1958) é uma cantora e compositora brasileira. Começou a compor aos quinze anos de idade, e em 1973 alcançou o primeiro lugar no Festival de Música da Faculdade Hélio Afonso, com a música "Passional". Teve canções gravadas por Elis Regina, Maria Bethânia, Simone, Ney Matogrosso, entre outros.
https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1tima_Guedes
Eduardo Gudin
http://www.eduardogudin.com.br/
Eduardo dos Santos Gudin (São Paulo, 14 de outubro de 1950) é um compositor e produtor musical brasileiro. Tem mais de trezentas canções, gravadas por vários intérpretes.
O início de sua carreira se deu aos 16 anos, em 1966, quando foi convidado por Elis Regina para se apresentar no extinto O Fino da Bossa, musical da TV Record.
Dois anos depois, classificou "Choro do Amor Vivido" (em parceria com Walter de Carvalho e interpretada por Os Três Morais e arranjo de Hermeto Pascoal) para o Festival de Música Popular Brasileira, da mesma emissora, no qual se apresentaram Chico Buarque, Edu Lobo, Caetano Veloso, e outros. https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Gudin
Paulo César Pinheiro
Paulo César Francisco Pinheiro (Rio de Janeiro, 28 de abril de 1949) é compositor e poeta brasileiro. Tem mais de duas mil canções, das quais mais de mil gravadas, compostas com cerca de 120 parceiros, uma grande variedade que inclui músicos como João Nogueira, João de Aquino, Francis Hime, Dori Caymmi, Raphael Rabello, Antônio Carlos Jobim, Ivan Lins, Edu Lobo, Mauro Duarte, Guinga, Toquinho, Eduardo Gudin, Luciana Rabello, Mauricio Carrilho, Cristovão Bastos, Sergio Santos, Moacyr Luz, Danilo Caymmi, Baden Powell, e Maria Bethânia. Livros: Canto Brasileiro (1973), Viola Morena (1984), Atabaques, Violas e Bambus (2000), Clave de Sal, Pontal do Pilar (2009), Matinta, o bruxo (2010) e Histórias das minhas canções (2010). https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_C%C3%A9sar_Pinheiro
Album: The rough dancer and the cyclical night (New York, 1987).
Con Fernando Suárez Paz en violín, Pablo Zinger en piano, Paquito D'Rivera (!) en saxo y clarinete, Andy González en contrabajo y Rodolfo Alchourrón en guitarra eléctrica.
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"A democracia em que vivemos é uma democracia sequestrada, condicionada, amputada..."
José de Sousa Saramago
[Golegã, Azinhaga, 16 de novembro de 1922 — Tías, Lanzarote, 18 de junho de 2010] foi um escritor português.
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efectivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa. A 24 de Agosto de 1985 foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e a 3 de Dezembro de 1998 foi elevado a Grande-Colar da mesma Ordem, uma honra geralmente reservada apenas a Chefes de Estado.
O seu livro Ensaio sobre a Cegueira foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil, Uruguai e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro Objecto Quase, conto esse que viria dar nome ao filme Embargo, uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago
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O mercado pode tornar-se uma ditadura.
A diferença (entre a ditadura e o capitalismo) é que não é a ditadura como nós conhecemos. É o que eu chamo de «capitalismo autoritário».
A ditadura tinha cara, e nós dizíamos é aquela, ou aqueles militares, o Hitler, o Franco, o Pinochet, mas agora não tem cara.
E como não tem cara não sabemos contra quem lutar. Não há contra quem lutar. O mercado não tem cara, só tem nome.
Está em toda a parte e não podemos identificá-lo, dizer «és tu».
Mesmo as pessoas que lutaram contra a ditadura, entrando na democracia acham que não têm mais que lutar. E os problemas estão todos aí.
O mercado pode tornar-se uma ditadura.
[É o que eu chamo de «capitalismo autoritário».] O mercado pode tornar-se uma ditadura.
Editor da Revista Espaço Acadêmico e Revista Urutágua
I
“Estou cego”, afirma desesperadamente o motorista paralisado em frente ao semáforo (p. 12).* Mas o que ele “vê”, se assim se pode afirmar, não é a treva, mas uma brancura infinita. “Sim, entrou-me um mar de leite”, diz o cego (p. 14). É uma cegueira incompreensível, repentina e sem explicações. Os que vêem não podem acreditar que o cego assim se encontra. Mesmo o médico, especialista nas coisas da visão humana, não descobre a causa da doença. “Os olhos do homem parece sãos, a íris apresenta-se nítida, luminosa, a esclerótica branca, compacta como porcelana” (p. 12).
A cegueira branca é uma alegoria sobre a falta de visão social e política diante da realidade que nos circunda. Os indivíduos, alienados, encontram-se apartados do mundo, imersos na ideologia individualista e consumista. Eles vivem fora da realidade, ainda que tenham olhos não a reparam. Tudo lhes parece natural. Se a satisfação hedonista alimenta a “cegueira”, é o medo da perda e da impossibilidade de saciar-se e manter-se em “segurança” que os tornam cegos. Diante da insegurança e das incertezas, cegam-se. Talvez nos encontremos no estado de cegueira, ainda que nossos olhos vejam. “O medo cega, disse a rapariga dos óculos escuros, São palavras certas, já éramos cegos no momento em que cegamos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos” (p. 131).
Se o medo caminha de par com a insegurança, ele também é irmão da necessidade. Os homens e mulheres estão dispostos a ceder devido ao medo, mas também porque precisam de segurança. O domínio não se explica apenas pela capacidade de coerção, mas também pela inculcação do medo. E é sob o medo e a necessidade que os cegos internados se submetem ao grupo que passa a controlar a comida. Este funciona como o governo que impõe a ordem. Os homens e mulheres parecem incapazes, por seu egoísmo e instinto de sobrevivência, de governarem-se. Eles precisam passar pelo aprendizado da solidariedade e autonomia. Mas a situação miserável em que se encontram, sob todos os aspectos, dificulta o autogoverno e parece mais fácil, e mais prudente, submeter-se. Isto ocorre devido ao estado deplorável dos cegos. Na vida real, mesmo em situações de normalidade democrática o medo é utilizado como instrumento de persuasão.
Os que conseguem manter uma certa civilidade também se mostram apegados ao governo hierárquico, buscam a autoridade que possa ordenar o caótico em que vivem. E esta se vincula ao prestígio alcançado na sociedade. É irônico que os cegos tenham no médico de olhos a possível autoridade. “O melhor seria que o senhor doutor ficasse de responsável, sempre é médico, Um médico para que serve, sem olhos nem remédio. A mulher do médico sorriu, Acho que deves aceitar, se os mais estiverem de acordo, claro está” (p. 53).
Esta mulher é a única que vê, e isto a fará sofrer com ainda maior intensidade. Só ela verá a que ponto chegamos quando nos faltam as condições para a segurança. É como se, diante dela, estivessem nus, em todos os sentidos, e a ela fosse possível ver a essência, o que realmente somos. A mulher é a que sofre porque tem a sabedoria. O conhecimento, a consciência do real, gera sofrimento. Os que sabem estão condenados a sofrer.
Será possível a autoridade numa situação de desespero, quando a existência humana está sob xeque e a espécie é reduzida à luta pela sobrevivência? Não seria o reino da necessidade o salve-se quem puder, a guerra de todos contra todos, o homem lobo do homem?
II ...
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BLOG DO OZAÍ
“Existem nas recordações de todo homem coisas que ele só revela aos amigos. Há outras que não revela mesmo aos amigos, mas apenas a si próprio, e assim mesmo em segredo. Mas também há, finalmente, coisas que o homem tem medo de desvendar até a si próprio…” (Dostoiévski)
Maria Bethania - Texto Ultimatum / Movimento dos Barcos - DVD Dentro do Mar tem Rio.
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Poeta português Fernando Pessoa Foto: Ver Descrição / Ver Descrição
Fernando Pessoa
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 — Lisboa, 30 de novembro de 1935), foi um poeta, escritor, astrólogo, crítico e tradutor português.
Fernando Pessoa é o mais universal poeta português. Por ter sido educado na África do Sul, numa escola católica irlandesa, chegou a ter maior familiaridade com o idioma inglês do que com o português ao escrever os seus primeiros poemas nesse idioma. O crítico literário Harold Bloom considerou Pessoa como "Whitman renascido", e o incluiu no seu cânone entre os 26 melhores escritores da civilização ocidental, não apenas da literatura portuguesa mas também da inglesa.
Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras em inglês (e.g., de Shakespeare e Edgar Poe) para o português, e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto[6] e Almada Negreiros) para o inglês.
Enquanto poeta, escreveu sobre diversas personalidades – heterónimos, como Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro –, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra. Robert Hass, poeta americano, diz: "outros modernistas como Yeats, Pound, Elliot inventaram máscaras pelas quais falavam ocasionalmente... Pessoa inventava poetas inteiros." https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa
155 Textos 90 Poemas 790 Citações
http://www.citador.pt/textos/a/fernando-pessoa
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ULTIMATUM
de Álvaro de Campos
Mandado de despejo aos mandarins da Europa! Fora.
Fora tu , Anatole France , Epicuro de farmacopeia homeopática, tenia-Jaurès do Ancien Régime, salada de Renan-Flaubert em loiça do século dezassete, falsificada!
Fora tu, Maurice Barrès, feminista da Acção, Châteaubriand de paredes nuas, alcoviteiro de palco da pátria de cartaz, bolor da Lorena, algibebe dos mortos dos outros, vestindo do seu comércio !
Fora tu, Bourget das almas, lamparineiro das partículas alheias, psicólogo de tampa de brasão, reles snob plebeu, sublinhando a régua de lascas os mandamentos da lei da Igreja!
Fora tu, mercadoria Kipling, homem-prático do verso, imperialista das sucatas, épico para Majuba e Colenso, Empire-Day do calão das fardas, tramp-steamer da baixa imortalidade !
Fora ! Fora !
Fora tu, George Bernard Shaw, vegeteriano do paradoxo, charlatão da sinceridade, tumor frio do ibsenismo, arranjista da intelectualidade inesperada, Kilkenny-Cat de ti próprio, Irish Melody calvinista com letra da Origem das Espécies!
Fora tu, H. G. Wells, ideativo de gesso, saca-rolhas de papelão para a garrafa da Complexidade !
Fora tu, G. K. Chesterton, cristianismo para uso de prestidigitadores, barril de cerveja ao pé do altar, adiposidade da dialéctica cockney com o horror ao sabão influindo na limpeza dos raciocínios !
Fora tu, Yeats da céltica bruma à roda de poste sem indicações, saco de podres que veio à praia do naufrágio do simbolismo inglês!
Fora ! Fora !
Fora tu, Rapagnetta-Annunzio, banalidade em caracteres gregos, «D. Juan em Patmos» (solo de trombone)!
E tu, Maeterlinck, fogão do Mistério apagado!
E tu, Loti, sopa salgada, fria!
E finalmente tu, Rostand-tand-tand-tand-tand-tand-tand-tand!
Fora! Fora! Fora!
E se houver outros que faltem, procurem-nos aí para um canto!
Tirem isso tudo da minha frente!
Fora com isso tudo! Fora!
Aí ! Que fazes tu na celebridade, Guilherme Segundo da Alemanha, canhoto maneta do braço esquerdo, Bismarck sem tampa a estorvar o lume ?!
Quem és tu, tu da juba socialista, David Lloyd George, bobo de barrete frígio feito de Union Jacks?!
E tu, Venizelos, fatia de Péricles com manteiga, caída no chão de manteiga para baixo?!
E tu, qualquer outro, todos os outros, açorda Briand-Dato-Boselli da incompetência ante os factos, todos os estadistas pão-de-guerra que datam de muito antes da guerra! Todos! todos! todos! Lixo, cisco, choldra provinciana, safardanagem intelectual!
E todos os chefes de estado, incompetentes ao léu, barris de lixo virados pra baixo à porta da Insuficiência da Época!
Tirem isso tudo da minha frente!
Arranjem feixes de palha e ponham-nos a fingir gente que seja outra!
Tudo daqui para fora! Tudo daqui para fora!
Ultimatum a eles todos, e a todos os outros que sejam como eles todos!
Se não querem sair, fiquem e lavem-se !
Falência geral de tudo por causa de todos !
Falência geral de todos por causa de tudo !
Falência dos povos e dos destinos — falência total !
Desfile das nações para o meu Desprezo!
Tu, ambição italiana, cão de colo chamado César!
Tu, «esforço francês», galo depenado com a pele pintada de penas! (Não lhe dêem muita corda senão parte-se!)
Tu organização britânica, com Kitchener no fundo do mar desde o princípio da guerra!
(It's a long, long way to Tipperary, and a jolly sight longer way to Berlin !)
Tu, cultura alemã, Esparta podre com azeite de cristianismo e vinagre de nietzschização, colmeia de lata, transbordeamento imperialóide de servilismo engatado!
Tu, Áustria-súbdita, mistura de sub-raças, batente de porta tipo K!
Tu, Von Bélgica, heróica à força, limpa a mão à parede que foste!
Tu, escravatura russa, Europa de malaios, libertação de mola desoprimida porque se partiu!
Tu, «imperialimo» espanhol, salero em política, com toureiros de sambenito nas almas ao voltar da esquina e qualidades guerreiras enterradas em Marrocos !
Tu, Estados Unidos da America, síntese-bastardia da baixa-Europa, alho da aÁorda transatlântica, pronúncia nasal do modernismo inestético!
E tu, Portugal-centavos, resto de Monarquia a apodrecer República, extrema-unção-enxovalho da Desgraça, colaboração artificial na guerra com vergonhas naturais em África!
E tu, Brasil «república irmã», blague de Pedro Álvares Cabral, que nem te queria descobrir!
Ponham-me um pano por cima de .tudo isso!
Fechem-me isso à chave e deitem a chave fora!
Onde estão os antigos, as forças, os homens, os guias, os guardas?
Vão aos cemitérios, que hoje são só nomes nas lápides!
Agora a filosophia é o ter morrido Fouillée!
Agora a arte é o ter ficado Rodin!
Agora a literatura é Barrès significar!
Agora a crítica é haver bestas que não chamam besta ao Bourget!
Agora a política é a degeneração gordurosa da organização da incompetência!
Agora a religião é o catolicismo militante dos taberneiros da fé, o entusiasmo cozinha-franceza dos Maurras de razão-descascada, é a espectaculite dos pragmatistas cristãos, dos intuicionistas católicos, dos ritualistas nirvânicos, angariadores de anúncios para Deus !
Agora é a guerra, jogo do empurra do lado de cá e jogo de porta do lado de lá!
Sufoco de ter só isto à minha volta!
Deixem-me respirar!
Abram todas as janelas !
Abram mais janelas do que todas as janelas que há no mundo!
Nenhuma ideia grande, ou noção completa ou ambição imperial de imperador-nato!
Nenhuma ideia de uma estrutura, nenhum senso do Edifício, nenhuma ânsia do Orgânico-Criado!
Nem um pequeno Pitt, nem um Goethe de cartão, nem um Napoleão de Nürnberg!
Nem uma corrente literária que seja sequer a sombra do romantismo ao meio-dia!
Nem um impulso militar que tenha sequer o vago cheiro de um Austerlitz!
Nem uma corrente política que soe a uma ideia-grão, chocalhando-a, ó Caios Grachos de tamborilar na vidraça!
Época vil dos secundários, dos aproximados, dos lacaios com aspirações de lacaios a reis-lacaios!
Lacaios que não sabeis ter a Aspiração, burgueses do Desejo, transviados do balcão instintivo! Sim, todos vós que representais a Europa, todos vós que sois políticos em evidência em todo o mundo, que sois literatos meneurs de correntes europeias, que sois qualquer coisa a qualquer coisa neste maelström de chá-morno!
Homens-altos de Lilliput-Europa, passai por baixo do meu Desprezo ! Passai vós, ambiciosos do luxo quotidiano, anseios de costureiras dos dois sexos, vós cujo tipo é o plebeu Annunzio, aristocrata de tanga de ouro!
Passai vós, que sois autores de correntes artísticas, verso da medalha da impotência de criar!
Passai, frouxos que tendes a necessidade de serdes os istas de qualquer ismo!
Passai, radicais do Pouco, incultos do Avanço, que tendes a ignorância por coluna da audácia, que tendes a impotência por esteio das neo-teorias!
Passai, gigantes de formigueiro, ébrios da vossa personalidade de filhos de burguês, com a mania da grande-vida roubada na dispensa paterna e a hereditariedade indesentranhada dos nervos!
Passai, mistos; passai, débeis que só cantais a debilidade; passai, ultra-débeis que cantais só a força, burgueses pasmados ante o atleta de feira que quereis criar na vossa indecisão febril !
Passai, esterco epileptóide sem grandezas, histerialixo dos espectáculos, senilidade social do conceito individual de juventude!
Passai, bolor do Novo, mercadoria em mau estado desde o cérebro de origem!
Passai à esquerda do meu Desdém virado à direita, criadores de «sistemas filosóficos», Boutroux, Bergsons, Euckens, hospitais para religiosos incuráveis, pragmatistas do jornalismo metafísico, lazzaroni da construção meditada!
Passai e não volteis, burgueses da Europa-Total, párias da ambição do parecer-grandes, provincianos de Paris!
Passai, decigramas da Ambição, grandes só numa época que conta a grandeza por centimiligramas!
Passai, provisórios, quotidianos, artistas e políticos estilo lightning-lunch, servos empoleirados da Hora, trintanários da Ocasião!
Passai, «finas sensibilidades» pela falta de espinha dorsal; passai, construtores de café e conferência, monte de tijolos com pretensões a casa!
Passai, cerebrais dos arrabaldes, intensos de esquina-de-rua!
Inútil luxo, passai, vã grandeza ao alcance de todos, megalomonia triunfante do aldeão de Europa-aldeia!
Vós que confundis o humano com o popular, e o aristocrático com o fidalgo! Vós que confundis tudo, que, quando não pensais nada, dizeis sempre outra coisa! Chocalhos, incompletos, maravalhas, passai!
Passai, pretendentes a reis parciais, lords de serradura, senhores feudais do Castelo de Papelão!
Passai, romantismo póstumo dos liberalões de toda a parte, classicismo em álcool dos fetos de Racine, dinamismo dos Whitmans de degrau de porta, dos pedintes da inspiração forçada, cabeças ocas que fazem barulho porque vão bater com elas nas paredes!
Passai, cultores do hipnotismo em casa, dominadores da vizinha do lado, caserneiros da Disciplina que não custa nem cria !
Passai, tradicionalistas auto-convencidos, anarquistas deveras sinceros, socialistas a invocar a sua qualidade de trabalhadores para quererem deixar de trabalhar! Rotineiros da revolução, passai!
Passai eugenistas, organizadores de uma vida de lata, prussianos da biologia aplicada, neo-mendelianos da incompreensão sociológica!
Passai, vegeterianos, teetotalers, calvinistas dos outros, kill-joys do imperialismo de sobejo!
Passai, amanuenses do «vivre sa vie» de botequim extremamente de esquina, ibsenóides Bernstein-Bataille do homem forte de sala de palco!
Tango de pretos, fosses tu ao menos minuete!
Passai, absolutamente, passai!
Vem tu finalmente ao meu Asco, roça-se tu finalmente contra as solas do meu Desdém, grand finale dos parvos, conflagração-escárneo, fogo em pequeno monte de estrume, síntese dinâmica do estatismo ingénito da Época!
Roça-te tu e rojate, impotência a fazer barulho!
Roça-te, canhões declamando a incapacidade de mais ambição que balas, de mais inteligência que bombas!
Que esta é a equação-lama da infâmia do cosmopolitismo de tiros:
JONNART
BÉLGICA
VON BISSING
GRÉCIA
Proclamem bem alto que ninguém combate pela liberdade ou pelo Direito!Todos combatem por medo dos outros ! Não tem mais metros que estes milímetros a estatura das suas direcções!
Lixo guerreiro-palavroso! Esterco Joffre-Hindenburguesco! Sentina europeia de Os Mesmos em excisão balofa!
Quem acredita neles?
Quem acredita nos outros?
Façam a barba aos poilus!
Descasquetem o rebanho inteiro!
Mandem isso tudo pra casa descascar batatas simbólicas!
Lavem essa celha de mixórdia inconsciente!
Atrelem uma locomotiva a essa guerra!
Ponham uma coleira a isso e vão exibi-lo para a Austrália!
Homens, nações, intuitos, está tudo nulo!
Falência de tudo por causa de todos! Falência de todos por causa de tudo! De um modo completo, de um modo total, de um modo integral:
LAMENTO SERTANEJO [Dominguinhos/Gilberto Gil] Dominguinhos, Mayra Andrade, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda
http://www.mayra-andrade.com/
http://yamandu.com.br/ - http://www.hamiltondeholanda.com/pt http://www.dominguinhos.art.br/v2/ [ativo em off]
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foto Rodrigo Lobo acervo estadão.com.br
José Domingos de Morais
(PE, Garanhuns, 12/02/1941 - SP, São Paulo 23/07/2013 )
Dominguinhos, como carinhosamente conhecido, foi um instrumentista, cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Músico pernambucano atravessou gerações sem nunca abandonar o instrumento que o consagrou.
.Em 2002, Dominguinhos foi vencedor do Grammy Latino com o CD Chegando de Mansinho.
Após cinco anos sem lançar um trabalho solo, Dominguinhos voltou em 2006 a gravar pela Eldorado na qual Conterrâneos 2006, agraciado no Prêmio TIM (2007) na categoria Melhor Cantor Regional.
.Em 2007, Dominguinhos, concorreu ao 8º Grammy Latino com mesmo álbum na categoria melhor disco regional.
.Em 2008, Dominguinhos foi o grande homenageado do Prêmio Tim de Música Brasileira.
.Em 2010, foi o vencedor do Prêmio Shell de Música 2010.[1]
Izaías e Seus Chorões | Pedacinho do Céu (Waldir Azevedo)
Formação:
Izaías Bueno de Almeida - bandolim
Israel Bueno de Almeida - violão 7 cordas
Edmilson Capelupi - violão 6 e 7 cordas
Arnaldinho do Cavaco - cavaquinho
José Reli - pandeiro
Gênero: Choro
Show que ocorreu no Teatro Anchieta do Sesc Consolação dia 24/01/2011
• site oficial: http://instrumentalsescbrasil.org.br
• assista aos shows ao vivo pelo http://facebook.com/sescsp
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A História do Cavaquinho
Considerações iniciais sobre o Cavaquinho
O cavaquinho, braguinha, braga, machete, machetinho ou machete-de-braga é um instrumento cordofone que soa por dedilhado, menor que a viola (guitarra, violão), de grande popularidade como acompanhador e mesmo solista nas orquestras do povo. O ponto é dividido em 17 trastos; tem quatro cordas de tripa ou de metal, afinadas normalmente em ré-si-sol-sol, mi-dó#-lá-lá, mi-ré-si-sol, ré-si-sol-ré ou, mais raramente, em mi-si-sol-ré (este mais utilizado por pessoas que já tocam violão e não querem ter que aprender outros acordes). O efeito assemelha-se ao do bandolim ou da bandurrilha. É um instrumento fundamental nas tunas acadêmicas em Portugal, normalmente com a afinação ré-si-lá-mi.
Berço de nascimento do Cavaquinho
O cavaquinho teve a sua origem na província de Minho em Portugal. Apesar de muito popular no Brasil, o cavaquinho nasceu em Portugal. Segundo Gonçalo Sampaio, é procedente de Braga, tendo sido criado pelos Biscainhos. O cavaquinho tem uma afinação própria da cidade de Braga que é ré-lá-si-mi.
Além de Portugal, é usado em Cabo Verde, Madeira, Moçambique, Hawai e no Brasil.
O Cavaquinho no Brasil
No Brasil esse instrumento é usado nas congadas paulistas e forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. Considerado, ainda em vida deste, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa.
ainda há pessoas felizes por algum dia
porque encontraram a mulher desejada
mais há muitas pessoas felizes por um ano
porque nas outras esquinas o desejo acaba
há raras pessoas felizes por toda uma vida
porque a encontraram, única mulher amada
realizaram o mesmo desejo de serem felizes
e por um dia se amaram por uma existência
há quem, sem esse amor que te moves
duvide, e se vens com o sorriso no rosto
és por amor, escondendo no peito a tua dor
e mal sabem do bem e do quanto me provês
e se encontras na ansiedade do encontro
enquanto te veste para o meu encanto
sabes que és o teu brilho nos meus olhos
e se sou, é no teu amor que não se enganas
faço o melhor, se por ti me faço melhor
se por ti suporto todas as culpas inglórias
se amor é fumaça, é fogo e aos olhos ameaça
é dor, mas não é um ato escravo dos desejos
é a tua vontade que nasce infinita de ser feliz
de hora em hora e todas as noites de sonho
há quem diga ser a sua juventude eterna
digo, é a terna saudade de tua doce presença
e não temas, não chores, a vida inconstante
os teus espinhos, o sofrer acaba antes da dor
no amor, do ardor no peito que o vento assopra
repousa em mim, que morro feliz por teu amor
"Não importa saber se és ateu, cristão ou de outras crenças, desde de que saibas que é necessário acreditar em alguma coisa para continuar vivendo."
UMBERTO ECO
[05/01/1932 Alessandria Italy- 19/02/2016 Milan Italy]
lingüista (semioticista), escritor, filósofo e bibliófilo. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha.
ELIS - Sadao Watanabe - • this album is dedicated to diva Elis Regina
Sadao Watanabe (as) , Cesar Camargo Mariano (key) , Heitor Teixeira Perira (g) , Papeti (per) , Toquinho (g,vo) , and others. Recorded Feb.1988 in Rio De Janeiro
http://www.sadao.com/en/discography/disc04.html
"O sax de Sadao há um Japão voltado especialmente para o Brasil, desde que conheceu Sérgio Mendes em San Francisco, na Califórnia, em 1965." Sadao e Toquinho
SADAO WATANABE (Alto Saxophone,Sopranino Saxophone, Flute)
Born in Tochigi Prefecture in 1933. Moved to Tokyo after graduating high-school. In 1962, moved to Boston to study at Berklee College of Music after participating in many band sessions as a alto saxophone player. Representing as a top Japanese musician, also know as a talented photographer, publishes six picture books. As an Executive Producer of the Japanese Government Exhibition Project for the 2005 in Japan, advocates the message "World Peace" through music.
Jael and Sisera [1620 - Oil on canvas - Szepmuveszeti Museum, Budapest]
Artemisia Gentileschi foi uma pintora italiana. Filha mais velha do pintor toscano Orazio Gentileschi, foi uma das únicas mulheres a serem mencionadas no ramo da pintura artística do barroco, sendo a primeira a possuir uma posição privilegiada. [08/07/1593, Roma, Itália - 1653, Nápoles, Itália] Barroco italiano. http://www.artemisia-gentileschi.com/
Location of Artemisia's paintings: http://www.artemisia-gentileschi.com/location.html
b-tribe official site http://www.b-tribe.de/
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19th century Art from Classicism to Romanticism
SALM PALACE
http://www.ngprague.cz/en/objekt-detail/salm-palace/
220th Anniversary of the National Gallery in Prague
http://www.ngprague.cz/en/
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a mulher passa na alvura
e venha à luz, raios de sol
transmutando faces à lua
teu corpo, o instante olhar arenoso
suspense sem ar, sem luz e brilha
e entre a vaia da ventania
a mulher passa na alvura da veste
um cúmplice vento levante-lhe a saia
é inútil tentar mover-me
e o tempo foge com esguia
entre suas pernas de estátua
ágeis, finas, o prazer que assassina
embebidas com as suas mãos vaidosas
e a chuva tarda em reter tua doçura
a água para a minha memória seca
as realidades exaustas de ontens
pelo céu, um apelo ao teu olhar distante
e o sono pesado e o peso da vida
um olhar apenas para despertar
nascer uma segunda e única vez
senão as ruas, nunca mais irei te ver
e nunca mais virá um por do sol
para contemplar um reencontro
a fantasiar um corpo que mais não existe
que de mim nada sabes e nada sei de ti
e a mulher que eu teria amado
até parece que me adivinhastes
para que me sejas um nunca talvez
e não revejamos nós na eternidade
"não importa o que a solidão fez de você, mas o que você faz com o que a solidão fez de você". (Sartreanas)
tanto em noites, quanto em claridades
éramos o princípio, iguais pares de sentidos
na linha do tempo ainda ofusca o brilho
a chuva, a terra, a luz que do útero procria
vão-se em tempo voraz, aromas frescos
eras divinas, a matriz do pátrio poder
o desejo coberto de olhares famintos
não raros, enredos de práticos segredos
tanto aos céus, ao pranto às guerras
a sagrada, a fonte que ainda emudecida
a matriz da vida, na desumana repressão
do deus primitivo, da face oculta da inveja
o poderoso reina, nos seus carrascos
no parto contrariado, nas angústias
a clausura da casa dos homens
nos apaixonados pela tortura e morte
no Jardim das Delícias, a força
o demiurgo, da forca ao fogo
do materno aos ferros, no apelo
da sensualidade à transgressão
"o Verbo veio depois”, no veneno
o depois nas máscaras do mito
desafetos entre o corpo e alma
a carência, do prazer ao pecado
renasça aos olhos da terra, a mãe
o desejo do beijo sem olhares famintos
e uma costela torta de adão... jamais!
já vê, tempos de paz, aromas frescos
'o futuro começa hoje, um caminho para o novo milênio.'
"O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós." [Jean Paul Sartre]
Memórias de uma mulher impossível - Cinco sobre cinco
Trecho do documentário "Memórias de uma mulher impossível" de Márcia Derraik. Traça uma espécie de mosaico sobre a vida e obra de Rose Marie Muraro - física e economista eleita patrona do feminismo no Brasil, em 2006, titulação que ratifica o seu já conhecido pioneirismo nesse movimento. Agora, aos 75 anos, a sua vida é passada em revista a partir de imagens de arquivo e depoimentos .
Márcia Derraik foi contemplada pelo edital Rumos Cinema e Vídeo 2006-2007.
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Rose Marie Muraro no Sempre um Papo - 2007
Rose Marie Muraro é apontada como a patrona do feminismo, foi uma das primeiras a levantar o problema da mulher no Brasil moderno. Através de seus livros, ela combateu a ditadura, desafiou a igreja e agora prepara jovens para um novo mundo, mais difícil, que ainda está em gestação. A escritora participou do projeto Sempre um Papo.
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Rose Marie Muraro - graduada em física e economia, escritora, editora, intelectual e feminista brasileira. Tornou-se uma das mais brilhantes intelectuais de nosso tempo. Autora de mais de 40 obras, entre elas: Memórias de uma mulher impossível - 1999, A mulher no Terceiro Milênio: uma história da mulher através dos tempos e suas perspectivas para o futuro -1992, Um mundo novo em gestação - 2003.
Das premiações: Prêmio Bertha Lutz (2008), do Senado Federal o Prêmio Teotônio Vilela, nomeada «Matrona do Feminismo Brasileiro» pelo Congresso Nacional-2005, cidadã honorária de Brasília (2001) e de São Paulo (2004). [11/11/1930, Rio de Janeiro - 21/06/2014, Rio de Janeiro-RJ]
O Instituto Cultural Rose Marie Muraro é uma organização não governamental, fundada em 2009 com o objetivo de preservar e disponibilizar ao publico em geral o acervo cultural da escritora Rose Marie Muraro, no intuito de tornar-se um pólo de referência no estudo dos principais conceitos culturais, econômicos e socioambientais, do ponto de vista do gênero. Fomentar a reflexão e o exercício de uma visão crítica sobre nossa cultura, condição e sociedade, além de democratizar o acesso a estes bens culturais para públicos diversos. Difundir e preservar a memória de Rose é difundir e preservar a memória do Brasil dos últimos 60 anos e da luta de emancipação das mulheres brasileiras.
Poesias, Textos, Frases e Reflexões Sobre o Amor e a Vida
Prêmio Dardos
Com a sua generosidade vou construindo a minha alegria.
Muito a agradecer pela indicação, amador que sou, pelo pouco que faço diante do muito que tenho para aprender. Sou caminhante e reconheço que a palavra é a matéria prima dos consagrados escritores. Do futuro nada sou, sei apenas do presente que a palavra tem corpo, forma, energia, alma e sentimento, e transforma a ideia em arte.
Desse convívio, a palavra tem o poder de preparar as pessoas para a paz, de promover à lucidez no contemporâneo e conduzir-nos à sabedoria, num mundo de escassez, sem consumir o futuro das novas gerações. Assim, sobrevivo da dúvida, acredito no impossível, para que os sonhos sejam ou não realidades. Obrigado, estimada Poetisa Lu Marinho, ao escritor Alberto Zambade, por me aceitarem como sou. https://umpalcodeteatro.wordpress.com/2015/12/30/premio-dardos/#comment-380 *O Prêmio Dardos é uma espécie de selo virtual criado em 2008 pelo escritor Alberto Zambade, autor do blog Leyendas de “El Pequeño Dardo” El Sentido de las Palabras - Madrid - Espanha.
http://albertozambade.blogspot.com.br/ Ele selecionou e indicou o selo a quinze blogs que ele considerou merecedores do prêmio, os quais também indicaram outros 15 e assim sucessivamente, criando uma imensa corrente na internet.
O objetivo do Prêmio Dardos é reconhecer os esforços de blogueiros, a cada dia, para transmitir princípios culturais, éticos, literários, pessoais etc., manifestando a criatividade através de seus pensamentos presentes em suas palavras e textos.