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"Nunca é tarde...
Ou cedo para amar-te.
Ou tarde para ter-te.
Nessa brevidade da vida.
Levo um pouco de ti.
Deixo um pouco de mim.
Deste encontro,
Nunca mais seremos os mesmos.
Passamos por este tempo e espaço,
Entre a vida e a morte.
Amando-nos, fazendo arte."
aoshiro
BB King [Riley Ben King - 16/09/1925 Berclair, Mississippi, U.S.
- 14/05/2014 Las Vegas, Nevada, U.S.]
GenresBlues, R&B, electric blues, blues rock - Singer, songwriter, musician, record producer
- Vocals, guitar, piano (1948–2015).
BB King foi um guitarrista de Blues, pianista, compositor e cantor estado-unidense. O "B. B." em seu nome significa Blues Boy, B.B. King foi distinguido com 15 prémios Grammy, tendo ganho o epíteto de Rei dos Blues.
BB King 3 O'Clock Blues original 1950 78
In Mississippi's Delta area, Oct. 1939 Picking Cotton. Marion Post Wolcott.
Cotton picker - A história do Blues
Riley Ben King nasceu numa fazenda de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola, no Mississippi, Estados Unidos. Teve uma infância difícil – aos 9 anos, vivia sozinho e colhia algodão para se sustentar. Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Second Street. Chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite.
No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do sul dos Estados Unidos, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.
O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.
Nunez's original autographed BB King - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Autographed_BB_King.JPG
Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turnê por Uganda, Nigéria e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A.
Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios.
B. B. King fez turnês pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos, Irlanda, Suécia, Rússia, Bélgica, entre outros países do mundo e na América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Paraguai.
http://pt.wikipedia.org/wiki/B._B._King
Tribute to BB King: Legend of BB King (A Blues Guitar Tribute for BB King 1925 to 2015)
"A coisa bonita sobre a aprendizagem é que ninguém pode tirar de você." B.B. King
In Memoriam
Maria Gabriela Llansol é o centro deste documentário que percorre as paisagens de sua escrita em Portugal e na Bélgica.
direção - gabriel sanna e lucia castello branco
produção - literaterras
https://literaterras.wordpress.com/
Maria Gabriela Llansol - Escritora portuguesa de ascendência espanhola, (Lisboa, 1931 - Sintra, 2008). Licenciou-se em Direito e em Ciências Pedagógicas, tendo trabalhado em áreas relacionadas com problemas educacionais. Em 1965, abandonou Portugal para se fixar na Bélgica, regressando posteriormente a Portugal. Considerada uma autora cuja escrita é hermética e de difícil inteligibilidade para o leitor comum, é, no entanto, apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea.
A sua carreira literária iniciou-se com Os Pregos na Erva (1962), obra que inaugurou uma nova forma de escrever, embora estruturalmente se assemelhe a um livro de contos. Publicou de seguida Depois de os Pregos na Erva (1972), O Livro das Comunidades (1977), A Restante Vida (1983), Na Casa de Julho e Agosto (1984), Causa Amante (1984), Contos do Mal Errante (1986), Da Sebe ao Ser (1988), Um Beijo Dado Mais Tarde (1990), com evidentes ressonâncias autobiográficas, Lisboaleipzig 1: O Encontro Inesperado do Diverso (1994), Lisboaleipzig 2: O Ensaio de Música (1995), Ardente Texto Joshua (1998), Onde Vais Drama Poesia? (2000), Cantileno (2000), Parasceve. Puzzles e Ironias (2001), O Senhor de Herbais. Breves ensaios literários sobre a reprodução estética do mundo, e suas tentações (2002), O Começo de Um Livro é Precioso (2003), O Jogo da Liberdade da Alma (2003), Amigo e Amiga. Curso de silêncio de 2004 (2006).
Os cogumelos são, de facto, nus e, na orla do bosque,
confundem-se com o que eu não gostaria de ser; este cogumelo sonha,
a Sulamita fechou-o numa gaiola e, posto em pássaro, começou
a fenecer, e tornou-se pálido; mais tarde, lembrou-se dele
e ele rapidamente voou para uma nascente a alimentar-se de
água, de insectos e de perfumes;
ao acordar, a amada torturava-se com perguntas____ de
quem seria o pássaro a paciência? a paciência do meu cântico?,
o próprio seu amado perdido entre mulheres corsas,
veados-palmeiras,
musgos-pavão,
pés velozes de mirra,
beijos-lábios de nacre,
rostos-vinhas,
uno-uno,
este amor entre mil?
Aos cogumelos que bordam o bosque e, de espécie em espécie,
vêm até à clareira, numa gradação subtil de venenos e de expansão,
também foi anunciada uma boa-nova;
agarrados aos pés das árvores, os micorrizos dão-lhes de beber
e ajudam-nas a assimilar os elementos minerais do solo; sem
eles, as árvores jamais teriam abandonado o seu meio aquático
de origem; foi essa boa-nova que o gnomo lhes veio dizer
que era bom que assim fosse,
e eles viram que eram, de facto, magistrais os sonhos que davam
às árvores, conforme lhes anunciava o pequeno ente nascido
de uma fantasia virgem,
vegetalmente virgem
este conceito de vegetalmente virgem faz parte dos resplendores
que me orientam na leitura do Cântico pela manhã
basta reparar na profusão dos seus vocativos
como a língua se expande e se objectiva
em torno do facto incompreensível de o amor ser tão insaciável
como a morte,
uma morte dando a morte à outra
e os arbustos e perfumes, em volta desse conceito
maravilhosamente operativo,
perguntam à Sulamita o que o seu amado tem de particular,
sobretudo, que tem ele que elas também não tenham nos seus
e ela desce ao pormenor de lhes dizer como ele a faz e insiste
que há sempre alguém à beira de o colher, ignorando se
se trata de um venenoso; é evidente que onde o meu é jubiloso
pode ser venenoso nas outras; assim de distinguem (e apenas)
uns dos outros
se o seu sonho fosse colhido, e perdesse o seu significado,
seria a morte do meu micorrizo; corram arbustos, vejam na
superfície da água,
atentem nos ramos,
algures, se deve achar o meu pássaro ressuscitado; a própria
clareira ouvia o apelo, se houvesse montes e colinas, tê-lo-iam
certamente ouvido,
fechou-se na minha antecâmara, penetrou nos meus luxuosos
apartamentos, brincou com os brincos e os colares, com os
mamilos e os dedos, com os tecidos e os lábios,
com as colunas e as minhas longas pernas onde gosta de se
enrolar como heras e vinha virgem, embrenhou-se, parou ofegante,
deslizava pela minha pele mais escura que a noite, corria pelas
minhas formas mais firmes que o solo dos seus combates
e, finalmente, depôs em mim o segrego do seu veneno; quando
acordei, estava só, e tive medo que tivesse morrido ou,se morto,
eu não conseguisse encontrá-lo como meu, ou eu?
minhas irmãs, clareira minha, dizei-me como pode um espírito
reconhecer sem corpo o espírito do seu amado? Como o reconheceis
agora, não fora o segredo venenoso que deixou em
vós, árvores levantadas em pleno dia, e pleno sol?
Uma tão profunda associação entre matérias tão diferentes
não tem como finalidade dar à morte a própria morte e continuar
a metamorfose da vida?
Olhando atentamente o comprimento do chão à sua volta, a
Sulamita
sentia cada vez mais com mais profundidade que o segredo
venenoso do seu amado era o seu problema
onde cantava os amores que os uniam,
ou seja,
pensou ela,
é vital que o micorrizo se metamorfoseie em pássaro estonteado
e livre,
como fora possível não o ter compreendido antes?
e, de facto,
encontrava-se estendido entre as frases do seu poema,
confundido com a linguagem, escondido atrás do volta, volta, insistente,
vestido de onde estás, porque andas fugido?,
mas, mal o levou à cópia do seu coração,
ele levou-lhe a alma,
e mergulhou-a na nascente
e ela perguntou-se porque razão não somos mais?
enquanto a água a penetrava, fresca e renovada, as imagens da água,
tais como cópias da noite, abatiam-se sobre ela
o prazer de um não é o prazer do outro
tu queres-me, podes, possuis e devastas
eu quero-te, posso, saio de mim e entrego-me às puras imagens
esse é o trabalho de nos fazermos, uma parte humana e outra
a mais longe possível do humano, corças, cães, veados, mirra,
sol, vinha, perfume
e que entre eles,
oscile, ó peço-te, o que há-de escrever eternamente os nossos sonhos.
in «Onde Vais, Drama-Poesia?», págs 146 - 149
'III Em Busca da troca Verdadeira (1982-1992)'
Lisboa, Relógio D'Água Editores
ZUNÁI - Revista de poesia & debates
ESTE TEXTO PODIA CONTINUAR ASSIM:
DERIVAS A PARTIR DE ONDE VAIS, DRAMA-POESIA?,
DE MARIA GABRIELA LLANSOL
por Érica Zíngano
“Só nos aproximamos desviando”
Maurice Blanchot
“É a minha própria casa, mas creio que vim fazer uma visita a alguém”
Maria Gabriela Llansol
MARCO ZERO,
Este texto podia começar assim, como uma repetição, uma marcação rítmica – foi a primeira ideia que despontou, como um lampejo, e me fez partir para tentar elaborar um desenho de pensamento, de procedimento de composição, a partir de Maria Gabriela Llansol: um texto que pudesse começar e recomeçar, para desenhar no espaço vários começos possíveis, através de enumerações repetitivas, mas sempre diferentes, outros pontos de partida, eternos retornos em diferença, onde, assim, o texto ganharia fôlego para partir outra vez, à deriva, porque a textualidade[i] llansoliana permite uma infinitude de aproximações:
(…) nesta ordem de ler, ler é nunca chegar ao fim de um livro respeitando-lhe a sequência coercitiva das frases, e das páginas. Uma frase, lida destacadamente, aproximada de outra que talvez já lhe correspondesse em silêncio, é uma alma crescendo. Eu não consigo abranger a infinitude do número e da harmonia das almas, nem texto de um verdadeiro livro,
nem a terra de um jardim que se mantém há gerações. (LLANSOL, 2000a, p. 45).
"_______ escrevo,
para que o romance não morra.
Escrevo, para que continue,
mesmo se, para tal, tenha de mudar de forma,
mesmo que se chegue a duvidar se ainda é ele,
mesmo que o faça atravessar territórios desconhecidos,
mesmo que o leve a contemplar paisagens que lhe são tão
difíceis de nomear. (LLANSOL, 1994, p. 116)."
Por conta de outra leitura, .....
(visite o site e aprecie na íntegra.) http://www.revistazunai.com/ensaios/erica_zingano_derivas.htm
Érica Zíngano é poeta e mestranda em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). A poeta cearense, publicou poemas em plaquete editada pelo centro cultural Dragão do Mar.
Leia também poemas da autora. http://www.revistazunai.com/poemas/erica_zingano.htm
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O meu agradecimento especial ao gabriel sanna e lucia castello branco
e a produção - literaterras
https://literaterras.wordpress.com/
https://pt-br.facebook.com/pages/Literaterras/128150670589412
aos autores nos sites que integram esta postagem
Tenderly [Walter Gross-Jack Lawrence-1946]-E. Higgins and Scott Hamilton[sax]
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Orson Welles 100 anos
"O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho."
George Orson Welles[ 06/05/1915, Kenosha, Wisconsin - 10/10/1985, Hollywood, L A, Califórnia, EUA] Ator, Diretor, Produtor e Dramaturgo.
Oriundo do teatro e do rádio, a estreia de Orson Welles no cinema foi com o Cidadão Kane, obra gestada com todos os requintes de um clássico. Os filmes para conhecer Orson Welles:
Cidadão Kane (1941), O processo (1962), Othelo (1952), It's all true ( 1942), Soberba (1942)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Orson_Welles
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finalmente, a hora dos fantasmas
virar-se para trás
e olhar novamente
não era a hora
não agora
um dedo na artéria
sem pulso
nenhum calafrio
sem um único som
apenas uma linha
a um passo de cá
a um passo de lá
é preciso pressa em passos largos
um pouco de sorte
a liberdade dos sofrimentos
separar um pouco de caos
um arrepio pela espinha
virar-se para trás
e olhar novamente
no meio da escuridão
o silêncio é de um tempo imenso
O eco faz o eco
de eco
em eco
marcando o compasso do vazio
olhar para si sem barulho
depois que os trovões se emudeçam
a chuva caia em silêncio
num sono da única pessoa do mundo
um corpo para repousar num colchão azul
onde não há mais a fome
nem o insaciável devorar de outro cérebro
só um breve aceno de uma estátua
O tempo desmorona as casas
enruga as faces
desbota as cores
é a razão que me mortifica
virar-se para trás
e olhar novamente
é preciso contar dez segundos
um rápido olhar no relógio e não há mais tempo
virar-se para trás
e olhar novamente
é o tempo sem tempo
finalmente chegou para acordar todos os fantasmas
Escritor e artista plástico. Tem cerca de vinte livros publicados (poesia, ensaio, conto, romance), destacando-se entre eles: Caronte (romance, 1995), Antologia poética (1996), Da inutilidade da poesia (ensaio, 2002), Poemas reunidos (2005) e Dedal de areia (poesia). Como artista plástico, fez cerca de 70 exposições. Doutor em Letras, ensina na Universidade Estadual de Feira de Santana, onde reside.
http://a-brasileiro.blogspot.com.br/
O poeta, pintor e ensaísta baiano Antonio Brasileiro (1944-) já foi apresentado neste correio poético na edição n. 26, dez anos atrás. De lá para cá, ele não só produziu regularmente como também publicou diversas coletâneas de poesia, entre as quais Poemas Reunidos (2005), Dedal de Areia (2006) e Desta Varanda (2011).
A leitura desses volumes revela um poeta de estilo cada vez mais marcante e refinado que se inscreve, sem dúvida, entre as vozes mais expressivas da atual poesia brasileira.
No comando do programa Provocações, da TV Cultura/SP, nos deixa a última pergunta:
- "O quê é a vida?"
Entre as incertezas das nossas respostas, Antonio Abujamra, nos diria:
- "A vida é sua. Estrague-a como quiser."
Antônio Abujamra (Ourinhos, 15/09/1932 - São Paulo, 28/04/2015)foi um diretor de teatro, ator e apresentador brasileiro. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Abujamra
Antônio Abujamra era conhecido pela irreverência de suas encenações e por seu humor crítico em relação a tabus sociais. Começou no teatro amador, na peça "Assim é se lhe parece", atuando no Teatro Universitário de Porto Alegre. Era formado em filosofia pela PUC do Rio Grande de Sul e jornalismo pela UFMG e pós-graduado em Mídia. Trabalhou como crítico de teatro. Como diretor, foi um dos principais da antiga TV Tupi e, como ator, teve atuação destacada.
No início da década de 1980, engaja-se na recuperação do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), com destaque para as obras “Os Órfãos de Jânio”, de Millôr Fernandes, e “Hamletto”, de Giovanni Testori, sendo esta última dirigida por ele no TBC e em Nova York, para o Theatre for the New City.
Em 1998, esteve em Monte Carlo, principado de Mônaco, ao lado de celebridades como Claudia Cardinale, Annie Girardot e Yehudi Menuhin, no júri do Festival Mundial de Televisão, como único latino-americano convidado.
Comandou o programa Provocações, da TV Cultura, no ar desde 6 de agosto de 2000, onde adotou um estilo audacioso de fazer entrevistas2 . O programa era exibido todas as terças-feiras, às 23h30, com reapresentação na madrugada de quarta para quinta-feira, às 4h30.
Os poemas recitados por Antônio Abujamra, apresentador do programa Provocações, escolhidos pelos internautas. http://cmais.com.br/arte-e-cultura/os-cinco-poemas-de-mais-sucesso-declamados-por-abujamra-1
1- ‘Tratado geral das grandezas do ínfimo’, de Manoel de Barros
Na televisão: Como diretor
1968 - O Estranho Mundo de Zé do Caixão - TV Tupi
1968 - Nenhum Homem é Deus - TV Tupi
1978 - Salário Mínimo - TV Tupi
1979 - Gaivotas' - TV Tupi
1980 - Um Homem Muito Especial - TV Bandeirantes
1981 - Os Imigrantes - TV Bandeirantes
1981 - Os Adolescentes - TV Bandeirantes
1982 - Ninho da Serpente - TV Bandeirantes
1997 - Os Ossos do Barão - SBT Como ator
1967 - As Minas de Prata … Frazão
1987 - Sassaricando … Totó
1989 - Cortina de Vidro … Arnon Balakian
1989 - Que Rei Sou Eu? … Ravengar
1992 - Amazônia … Dr. Homero Spinoza
1993 - O Mapa da Mina … Nero
1995 - A Idade da Loba … Piconês
1997 - Os Ossos do Barão … Sebastião
1999 - Andando nas Nuvens … Álvaro Luís Gomes
1999 - Terra Nostra … Coutinho Abreu
2000 - Marcas da Paixão … Dono Do Cassino
2004 - Começar de Novo … Dimitri Nicolaievitch
2009 - Poder Paralelo … Marco Iago
2011 - Corações Feridos … Dante Vasconcelos No cinema
1989 - Festa, com direção de Ugo Giorgetti
1989 - Lua Cheia, com direção de Alain Fresnot
1990 - Os Sermões - A História de Antônio Vieira, com direção de Júlio Bressane
1991 - Olímpicos, com direção de Flávia Moraes
1992 - Atrás das Grades, com direção de Paolo Gregori
1992 - Perigo Negro, com direção de Rogério Sganzerla
1993 - Oceano Atlantis, com direção de Francisco de Paula
1995 - Carlota Joaquina, princesa do Brazil, com direção de Carla Camurati
1996 - Quem matou Pixote?, com direção de José Joffily
1996 - Olhos de Vampa, com direção de Walter Rogério
1998 - Caminho dos Sonhos, com direção de Lucas Amberg
2000 - Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão, com direção de Zelito Viana
2005 - Concerto Campestre, com direção de Henrique de Freitas Lima
2005 - Quanto vale ou é por quilo?, com direção de Sérgio Bianchi
2008 - É Proibido Fumar, com direção de Anna Muylaert
2010 - Syndrome, com direção de Roberto Bomtempo
2011 - Assalto ao Banco Central, com direção de Marcos Paulo
2013 - Babu - A Reencarnação do Mal, com direção de Cesar Nero
2012 - Brichos - A Floresta é Nossa No teatro
Entre seus principais trabalhos em teatro encontram-se Volpone", de Ben Johnson; Hair, de Gerome Ragni e James Rado; A secreta obscenidade de cada dia, de Manuel Antonio de la Parra; Retrato de Gertrude Stein quando homem, texto seu sobre a vida e obra da autora, e O inferno são os outros, de Sartre. Premiações
- Prêmio Juscelino Kubitschek de Oliveira, pela direção de A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, em 1959
- Prêmio de melhor ator na peça teatral O Contrabaixo, de Patrick Suskind (1987/1995)
- Prêmio Kikito, no Festival de Gramado, como melhor ator pelo filme Festa, em 1989
- Troféu APCA de melhor ator de TV (Associação Paulista de Críticos de Arte) pelo papel de "Ravengar", pela atuação na telenovela Que Rei Sou Eu?, em 1989
- Prêmio Lifetime Achievement, como diretor, no XI Festival Internacional de Teatro Hispânico em Miami, em 1998.
Keith Jarrett Trio - Blame It on My Youth[Jamie Cullum]-Standards II [Live in Tokyo, Japan 1986] - Keith Jarrett - Piano - Gary Peacock - Bass - Jack DeJohnette - Drums
KeithJarrett.org - An unofficial website about jazz pianist Keith Jarrett
http://www.keithjarrett.org/
Keith Jarrett (Allentown, 8 de maio de 1945) é um compositor e pianista estadunidense. As suas técnicas de improvisação conjugam o jazz a outros generos e estilos, como a música erudita, o blues, o gospel e outros. http://pt.wikipedia.org/wiki/Keith_Jarrett
The Standards Trio - The Jarrett-Peacock-DeJohnette trio - Jarrett, bassist Gary Peacock and drummer Jack DeJohnette - http://en.wikipedia.org/wiki/Keith_Jarrett#The_Standards_Trio
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Jeanne Mammen. Tod [Death] (intended as an illustration to “Tentation de Saint Antoine” [The Temptation of St. Anthony]). 1913-1916. http://caryseen.tumblr.com/page/56
"Pintar é amar de novo."
Jeanne Mammen [21/11/1890 Berlim - 22/04/1976 ibid] foi uma alemã pintora e ilustradora. O seu trabalho tem surgido no contexto da nova objetividade e simbolismo . As personagens femininas, ela pintou em sua maioria, muitas vezes aparecem viril e ousadia. Isso refletiu a artista para a cena na sua afinidade lésbica, como a principal subcultura urbana. http://de.wikipedia.org/wiki/Jeanne_Mammen
Scott Hamilton - In a Sentimental Mood [Duke Ellington / Manny Kurtz / Irving Mills] (HD720) (for sax lovers)
Scott Hamilton [Hamfat] (Providence, Rhode Island, 12 de setembro de 1954) é um tenor saxofonista de jazz norte-americano. http://pt.wikipedia.org/wiki/Scott_Hamilton_%28m%C3%BAsico%29
The official website http://www.scotthamiltonsax.com/
Biography
Scott Hamilton was born in 1954, in Providence, Rhode Island. During his early childhood he heard a lot of jazz through his father’s extensive record collection, and became acquainted with the jazz greats. He tried out several instruments, including drums at about the age of five, piano at six and mouth-organ. He had some clarinet lessons when he was about eight years of age, but that was the only formal music tuition he has ever had. Even at that age he was attracted to the sound of Johnny Hodges, but it was not until he was about sixteen that he started playing the saxophone seriously. From his playing mainly blues on mouth organ, his little band gradually became more of a jazz band.
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The Parable of the Blind Leading the Blind - Os cegos do quadro de Brueghel
Pieter Bruegel, "O Velho" foi um pintor de Brabante, célebre por seus quadros retratando paisagens e cenas do campo. Pieter Bruegel, conhecido como Pieter Bruegel, "O Velho", foi o primeiro de uma família de pintores flamengos. Nascimento: 1525, Son en Breugel, Países Baixos - Falecimento: 9 de setembro de 1569, Bruxelas, Bélgica. Período: Renascimento flamengo.
Günter Wilhelm Grass foi um autor, romancista, dramaturgo, poeta, intelectual, e artista plástico alemão. Sua obra alternou a atividade literária com a escultura, enquanto participava de forma ativa da vida pública de seu país.
O escritor alemão Günter Grass, que ganhou em 1965 - Prêmio Georg Büchner - o Prêmio Nobel de Literatura 1999 e o Príncipe das Astúrias das Letras, morreu aos 87 anos na cidade de Lübeck, situada no norte da Alemanha, informou nesta segunda-feira (13/04) a editora Steidl. [16/10/1927, Cidade Livre de Danzig, Polônia - 13/04/2015, Lübeck, Alemanha]
http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%BCnter_Grass
Obras de destaque de Günter Grass foram: "O tambor" (1959), "Descascando a cebola" (2006), seu polêmico livro de memórias; "A passo de caranguejo" (2002), além de "O meu século" (1999), "Uma longa história" (1995), "Anos de cão" (1963) e "O gato e o rato" (1961). http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/40111/vencedor+de+nobel+escritor+alemao+gunter+grass+morre+aos+87+anos.shtml
Die Blechtrommel (no Brasil e em Portugal, O Tambor) é um filme de 1979, produzido pela Alemanha, França, Polônia e Iugoslávia. É um drama dirigido por Volker Schlöndorff, com roteiro adaptado do livro homônimo de Günter Grass.
Tina Guo Official Video - Schindler's List Main Theme (Cello)
Support my videos: Patreon https://www.patreon.com/TinaGuo
Download the Single: http://bit.ly/1LrDtDQ - iTunes: http://bit.ly/163xunS
Physical Albums: http://tinaguo.ecrater.com - Tina Guo, Cello - Bryan Pezzone, Piano
www.TinaGuo.com -.- www.facebook.com/TinaGuoMusic
Director of Photography: Joel Moody - Director, Producer, Editor: Tina Guo
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Apollo and Daphne - criação[1622–1625] mármore - barroco italiano, Basílica de São Pedro - Roma. - Gian Lorenzo Bernini - [07/12/1598, Nápoles, Itália - 28/11/1680, Roma, Itália]. http://pt.wikipedia.org/wiki/Gian_Lorenzo_Bernini
Eduardo Hughes Galeano foi um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História.
"O mundo está feito de histórias. São as histórias que contamos, escutamos, multiplicamos, que permitem converter o passado em presente e o distante em próximo, o que está longe em algo próximo, possível e visível"
"Vivemos em plena cultura da aparência: o contrato de casamento importa mais que o amor, o funeral mais que o morto, as roupas mais do que o corpo e a missa mais do que Deus".
Cinco livros essenciais para entender a obra do escritor:
.As Veias Abertas da América Latina (1971)
.Trilogia - Memória do fogo (1982-1986) composto pelos livros "Os Nascimentos" (1982), "As Caras e as Máscaras" (1984) e "O Século do Vento" (1986)
Chiara Civello - in questi giorni (studio version)
dal primo album "Last quarter moon"
http://www.chiaracivello.com/web/
Chiara Civello nasce a Roma, dove muove i suoi primi passi da musicista. Appena compiuti i 18 anni lascia la capitale alla volta dell’America, dove frequenta il “Berklee College of Music” e diventa la prima artista italiana nella storia ad esordire con un album inciso per la prestigiosa etichetta Verve Records, prodotto da Russ Titelman, suo scopritore.
Frutto del lavoro di questi anni sono le dieci canzoni del suo debutto discografico, “Last quarter moon” (Verve 2005), sette delle quali scritte da lei e tre in collaborazione con altri artisti, compresa la ballad “Trouble”, composta a quattro mani con il leggendario Burt Bacharach.
♥ღ¸.•°♥
Dolce-far-niente-(Sweet-Nothings) John William Godward (British, 1861-1922)
Diga-me qualquer coisa
O meu querer é a tua voz rouca
A que te desperto no meu invento
Nos sussurros que te faz indecifrável
Sejas, ainda que eu não saiba, o meu mistério
Apenas para que eu saiba
Para que eu ainda saiba
O quanto ainda tu me queres
Possa ouvir no teu leve respirar
O silêncio que revela no meu olhar
Onde no teu corpo em que invento
Tudo em tua volta se adormece
Faça nascer o teu corpo secreto
Porque nele tudo me renasce
Nas tuas sonolentas carícias
Como te furtasse, eu me entrego
Sorrateiramente te construo
Na liberdade dos lábios amantes
O instante no meu coração ainda pulsa
Na tua primeira nudez em meu peito
E com o desejo inquieto
Procuro na distância do teu repouso
Percorro os beijos mudos sobre a tua pele
E estremeço ao te esculpir com as mãos
Ah! minha desamparada alma
Se embriaga no teu voo da pluma
No sabor que alimenta o meu desejo
Nos lábios em que te doas embebida
Não quero a morte, não quero nada
Somente respirar-te à exaustão
Encontrar-me nos lábios do teu ventre
E ser tudo que te leve ao breve instante
Sou de tudo nos limites do teu corpo
No entrelaçar teus dedos em meus cabelos
No comprimir meu beijo entre tuas ancas
Tu és o que me faz renascer auroras
Por isso te toco e me faço súbito
No impossível esquecer o teu ardor
Gravastes a memória do teu gozo
No infinito sopro do meu tempo
Por isso te conspiro e me exausto
Nos teus gestos que me embriagam
Eu te escuto no ar que se desprende
Na última gota que recolhes no suspiro
Em mim desvendas os segredos da tua carne
Sou o humilde desejo que beija os teus pés
És, em teu corpo, quem me recebe por inteiro
Pouso em teu peito o nascer como quem ama
E colorimos no céu o sentido das cores
Nasce em ti o poente entre os teus seios
Para que eu seja o teu desejo de noite
Quando se molhas na transparência da água
Sei do agora porque te criei em tantas palavras
Não era simplesmente por uma noite de insônia
Eram as lágrimas que vertiam do teu olhar
Reveladas pela tua face no instante do gozo
João Gilberto Passione - Estate [by Bruno Martino and Bruno Brighetti]
Estate is an Italian song written in 1960. The song was originally titled (and the lyric sung) "Odio l'estate" ("I Hate the Summer") Verão [Estate - Bruno Martino-music , Bruno Brighetti- lyrics] http://en.wikipedia.org/wiki/Estate_%28song%29
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O IMPORTUNO - ALMEIDA JR, 1898. Óleo sobre tela, 145 X 97 CM.
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca-pt/
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E se num silêncio teu que vem de dentro
E se a sua vida, a minha vida, a vida nossa
Nossas fossem e fosse o nós o lugar de ficar a sós
Como os dois estranhos de si mesmos no abandono
Num nascer em outra história de um coexistir?
E se a mão estendesse o não ser só você
Se o ser mesmo fosse o principal da sua vida
Do arquiteto de suas próprias obras primas
Se o nada ter não é o que se exige de alguém?
E se de um breve instante findo de oração
Num silêncio só teu que vem de dentro
Se abrisse do instante o distraído coração
O ser sozinho e não sentir vergonha de ser só?
E se de repente, o sentimento nasceu livre
E a liberdade e a solidão não são o abandono
Nem a desconsideração de Deus ou Dele à vida
Se vida somos os coadjuvantes da própria história?
E se no devir da própria sorte e nem só na morte
Se cada um de nós, em todos nós, é um só no mundo
Tão no fundo, o tão profundo é o rejeitar a solidão
Como na pior doença a sombra da miséria humana?
E se a solidão for a arte do encontro de um vazio
No eco que balança entre a existência e a ausência
Na grande perda a liberdade for recoberta pelo medo
E a angústia for a chave do porvir o sentido do mundo?
E se na transcendência posso ser a experiência
Em poder nascer na santa ignorância e me permito
Atravessar a ponte entre o aprender e o não sabia
Desaprender da filosofia e despertar na lucidez?
E se num silêncio teu que vem de dentro
A solidão é morte, são dos porões do holocausto
As lâminas que cortam entre o sofrimento e a dor
A solidão é só de amar, em cada um de nós, um só amor?
Manoel Cândido Pinto de Oliveira foi um cineasta português e, segundo se diz, foi o mais velho realizador do mundo em actividade. Era o autor de trinta e duas longas-metragens.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Oliveira
[11/09/1908. Porto, Portugal - 02/04/2015. Porto, Portugal]
Porto - Faleceu no final da manhã desta quinta-feira (2), na cidade do Porto, norte de Portugal, o cineasta Manoel de Oliveira.
O realizador de cinema morreu, aos 106 anos, na sua residência, vítima de paragem cardíaca. Manoel de Oliveira, autor de mais de trinta longa metragens, era o cineasta mais velho do mundo em atividade. Anik e Bóbó e o Velho do Restelo são alguns dos filmes mais celebrados do cineasta.
Ao longo da carreira foi distinguido, entre outros, com o Prêmio David di Donatello - Prêmio Luchino Visconti e o European Film Award Prêmio Revelação – Fipresci.
Manoel de Oliveira nasceu na freguesia de Cedofeita na cidade do Porto no seio de uma família da alta burguesia nortenha. Ainda jovem foi para A Guarda, na Galiza, onde frequentou um colégio de jesuítas. Admite ter sido sempre mau aluno. Dedicou-se ao atletismo, tendo sido campeão nacional de salto à vara e atleta do Sport Club do Porto, um clube de elite. Ainda antes dos filmes veio o automobilismo e a vida boémia. Eram habituais as tertúlias no Café Diana, na Póvoa de
Varzim, com os amigos José Régio, Agustina Bessa-Luís, Luís Amaro de Oliveira e outros.
Longas-metragens (Fonte: Wikipedia)
1942 - Aniki-Bobó1963 - Acto da Primavera (docuficção); 1971 - O Passado e o Presente; 1974 - Benilde ou a Virgem Mãe; 1979 - Amor de Perdição; 1981 - Francisca; 1985 - Le Soulier de Satin; 1986 - O Meu Caso; 1988 - Os Canibais; 1990 - Non, ou a Vã Glória de Mandar; 1991 - A Divina Comédia; 1992 - O Dia do Desespero; 1993 - Vale Abraão;1994 - A Caixa; 1995 - O Convento; 1996 - Party; 1997 - Viagem ao Princípio do Mundo; 1998 - Inquietude; 1999 - A Carta; 2000 - Palavra e Utopia; 2001 - Porto da Minha Infância; 2001 - Vou para Casa; 2002 - O Princípio da Incerteza; 2003 - Um Filme Falado; 2004 - O Quinto Império - Ontem Como Hoje; 2005 - Espelho Mágico; 2006 - Belle Toujours; 2007 - Cristóvão Colombo – O Enigma; 2009 - Singularidades de uma Rapariga Loura; 2010 - O Estranho Caso de Angélica; 2012 - A Igreja do Diabo; 2012 - O Gebo e a Sombra
Curtas e médias metragens
1931 - Douro, Faina Fluvial; 1932 - Estátuas de Lisboa; 1938 - Já se Fabricam Automóveis em Portugal; 1938 - Miramar, Praia das Rosas; 1941 - Famalicão (filme); 1956 - O Pintor e a Cidade; 1964 - A Caça; 1965 - As Pinturas do meu irmão Júlio (documentário); 1966 - O Pão (documentári; 1982 - Visita ou Memórias e Confissões; 1983 - Lisboa Cultural; 1983 - Nice - À propos de Jean Vigo; 1985 - Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto2010 - Painéis de São Vicente de Fora, Visão Poética; 2011 - "Do Visível ao Invisível" em Mundo Invisível; 2014 - O Velho do Restelo
Outros filmes
1937 - Os Últimos Temporais: Cheias do Tejo (documentário); 1958 - O Coração (documentário, 1958); 1964 - Villa Verdinho: Uma Aldeia Transmontana (documentário); 1987 - Mon Cas (1987); 1987 - A Propósito da Bandeira Nacional (1987); 2002 - Momento (2002); 2005 - Do Visível ao Invisível (2005); 2006 - O Improvável não é Impossível (2006); 2011 - O Conquistador conquistado (2011), curta-metragem inspirado pela escolha de Guimarães como Capital Européia da Cultura.
Chiara Civello - Problemi[ChiaraCivelloVEVO] Chiara Civello/ Ana Carolina/ Dudu Falcão
Regia di MARCO SALOM - Casa di produzione ANGELFILM Music video by Chiara Civello performing Problemi. (C) 2012 Intersuoni Srl
http://www.chiaracivello.com/web/
Chiara Civello nasce a Roma, dove muove i suoi primi passi da musicista. Appena compiuti i 18 anni lascia la capitale alla volta dell’America, dove frequenta il “Berklee College of Music” e diventa la prima artista italiana nella storia ad esordire con un album inciso per la prestigiosa etichetta Verve Records, prodotto da Russ Titelman, suo scopritore.
Frutto del lavoro di questi anni sono le dieci canzoni del suo debutto discografico, “Last quarter moon” (Verve 2005), sette delle quali scritte da lei e tre in collaborazione con altri artisti, compresa la ballad “Trouble”, composta a quattro mani con il leggendario Burt Bacharach.
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Belleza Pompeiana - John William Godward (British, 1861-1922)
http://www.johnwilliamgodward.org/
John William Godward foi um pintor inglês do final do período Pré-rafaelita. [09 de agosto de 1861, Wimbledon, Londres, Reino Unido - 13 de dezembro de 1922, Londres, Reino Unido] http://en.wikipedia.org/wiki/John_William_Godward
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Quando o dia, no amanhã, for despedida
De um som que se aproxima nas calçadas
Meus tremores dos teus passos pelo corpo
O sonho em seduzido vento em teu perfume
Suavemente a tua cumplicidade me apaixona
Quando a noite abraça o dia pelas ruas
Nem tanto a lua brilha quando passas
Brilha a vida entre tantas luzes e te faz dia
Como um sol que se ilumina nos meus olhos
Se abro o peito ao libertar os meus delírios
Me balanço no teu corpo em que caminhas
O quê me faço em afagar nos teus cabelos?
Onde levas a sorte de receber o teu sorriso?
Se tua vida venha a cuidar-se feito a minha
Num abandono entre o corpo um no outro
O beijo em que nem a distância se eternize
Seriamos dois em nós e não nos perderíamos
Pudera se essas ruas não tivessem o fim
Teria a esperança do teu olhar do infinito
Quem dera o teu lenço distraído nas calçadas
Acalmasse a tua lembrança no amanhã
Quando o dia, no amanhã, for despedida
Saberei de ti num pesar por mais um dia
Buscarei num abraço que te guarda a noite
Numa das ruas me encontro na tua esperança
--- Talvez no amanhã possamos parar e conversar sobre a vida e seus amores ---
- official website - http://www.teresasalgueiro.pt/
Teresa Salgueiro nasceu em Lisboa a 8 de Janeiro de 1969. Em 1986, com apenas 17 anos, integra o mais famoso grupo Português de sempre no estrangeiro – Madredeus. Entre 1987 e 2007, com os Madredeus, vendeu mais de cinco milhões de discos em todo o mundo. Participou, também, como atriz principal, na longa metragem de Wim Wenders, intitulada “Lisbon Story”.
Em paralelo com a actividade do grupo, edita o álbum “Obrigado” (2006) que reúne participações com vários artistas como José Carreras, Caetano Veloso, Angelo Branduardi, entre outros. ...." http://www.teresasalgueiro.pt/pt-pt/biografia
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Canção Sentimental. Berthe Worms, 1904. Anna Clémence Berthe Abraham Worms, mais conhecida como Bertha Worms foi uma professora e pintora de gênero e de retratos franco-brasileira. (Uckange, França, 26 de fevereiro de 1868 - São Paulo, 27 de junho de 1937)
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. http://pt.wikipedia.org/wiki/Bertha_Worms
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Na boca ainda há sangue e o sabor acalma
Se ainda circulas pelas veias do corpo
Como o álcool gélido sorvido na noite
Das noites que não conseguem dormir
Como as manhãs que surgem de açoite
Talvez seja o tempo sentado lá fora
Capaz de suportar o demasiado frio
Incapaz de encontrar-se no céu noturno
O quê há além do nada, o caos e o vazio?
Se no mundo existem lugares e amares
Um mundo de razões levadas ao vento
Diga-me se o vento vem da direção do mar
O quê há além fronteiras de outros mares?
Se pairavas nas nuvens no céu de inverno
Cantando os segundos aos meus ouvidos
Talvez o extremo seja as razões do inferno
Como os corações de gelo flutuam nos rios
Há nos sentimentos uma enorme distância
É como não sonhar o sonho de outra pessoa
Se não podemos voltar da morte do tempo
Não voltamos no amor que no coração ressoa
Sufoca-se na fumaça negra e cinzas brancas
Tragadas por um céu de nuvens escuras
No solo se adubam as dores com as cinzas
Não se morre de amores e nem há mais curas
Se ainda caminhas sobre o sofrimento e as dores
Na boca ainda há sangue e o sabor acalma
Se não demoras, onde não houver amores
Haverás de ser o alguém n'algum lugar da alma
~.~.~ "Onde não puderes amar, não te demores" Frida Kahlo ~.~.~
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frida_Kahlo
O legado de Elis e seu aniversário são celebrados com o site http://www.elisregina.com.br/
"Decidimos criar o site com o objetivo de alimentar a memória de Elis, a obra e a pessoa, através de seus discos, apresentações ao vivo, entrevistas, fotos, reportagens e depoimentos.
O lançamento no dia 17 de março, seu aniversário de 70 anos, é um presente dos filhos pra Elis.
E um movimento de gratidão aos fãs, aqueles que a mantém tão presente"
Nas páginas do site:
. Eternamente: Cronologia, Depoimentos, Fotos.
. Por Elis: (ouça e veja) Álbuns completos, Compactos , Participações em LP's, Vídeos.
. Para Elis: Fã Clube, Exposições, Teatro, Cinema
. Para Você: Livro Viva Elis, Wallpaper, Loja
. Blog
. Contato
Por João Marcello Bôscoli
"Para comemorar os 70 anos de Elis Regina, entra no ar hoje o portal que traz todo o conteúdo da exposição ‘Viva Elis’, recebida por algumas cidades brasileiras em 2012. “Nem Elis foi esquecida, nem Luiz Gonzaga (1912-1989). Vamos ver se o mesmo acontece com Dominguinhos (1941-2013)”, conta João Marcelo, um dos responsáveis pelo site e pelo show ‘Elis 70 Anos’, com compositores lançados por ela." [http://odia.ig.com.br/diversao/2015-03-17/pimentinha-os-70-anos-de-elis-regina-sao-celebrados-com-biografia.html]
Osvaldo Lenine Macedo Pimentel, conhecido apenas como Lenine, (Recife, 2 de fevereiro de 1959) é um cantor, compositor, arranjador e músico brasileiro. Ocupa a cadeira 38 como acadêmico correspondente da Academia Pernambucana de Letras.
Lenine ganhou dois prêmios Grammy Latino: um pelo “Melhor Álbum Pop Contemporâneo” com seu álbum "Falange Canibal"; e outro em 2009 na categoria melhor canção brasileira com a música "Martelo Bigorna".
Blog Acontece CDS / DVDS Fotos e Vídeos Comemória Downloads Bio Contato
http://www.lenine.com.br/
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The Nurture of Bacchus
about 1628, Nicolas Poussin
The National Gallery, Trafalgar Square, London WC2N 5DN
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O amor eternizado
Se te deixo partir para outros lábios
Para que fiques em mim no último beijo
O teu sentimento se vai para outras vidas
Para deixar-te no coração em eterna morada
Se te perco do encontro a paixão [in]concebida
Faço de ti a profecia no monge silencioso
O eterno que medita no teu olhar infindável
No teu peito toca ao longe a minha triste sina
Se me faço chuva em queda suicida
Nada peço molhando os teus cabelos
Na pele sedento em percorrer teu corpo
Umedecendo a minha secura nos teus lábios
Se te liberto para eternizar a última poesia
Te aporto no ancoradouro das ilhas morenas
Na tua quietude que o vento arrasta
Os pedaços da rasgada folha que escrevo
Se te faço canção para que morras em mim
Com outra face dances até a noite enlouquecida
Girando, girando os corpos até a inveja lasciva
Para que as causas esqueçam os seus mortos
Se te deixo ir como os veleiros silenciosos
Tua face de lua encoste n'outras faces de sol
Te possuirei nas vagas, no voo das aves
Nas lamentações da tua voz ausente
Se te faço fé na escuridão desesperada
Para que sejas a gota na manhã orvalhada
Das terras secas desabrochando em outros leitos
Poderei partir de mim a tua liberdade eternizada
Inezita Barroso - Ronda [Composição: Paulo Vanzolin]
Inezita Barroso, nome artístico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 04/03/1925 — São Paulo, 08/03/2015), foi uma cantora, atriz, instrumentista, bibliotecária, folclorista, professora, doutora honoris causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e apresentadora de rádio e televisão brasileira, atuando também em espetáculos, álbuns, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional.
Inezita começou a cantar e tocar violão e viola desde pequena, com sete anos. Estudiosa, matriculou-se no conservatório e aprendeu piano. Desde 1980 comandava o programa de música caipira Viola, Minha Viola, pela TV Cultura de São Paulo. Apresentou também no SBT um programa musical, aos domingos pela manhã que levava seu nome.
Inezita Barroso é reconhecida também como atriz de teatro e cinema. Por onde atuou, ela ganhou prêmios importantes, como o Troféu Roquette Pinto, como Melhor Cantora de rádio; o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco, além de ganhar também o Prêmio Saci de cinema. Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo com a Medalha Ipiranga, recebendo o título de comendadora da música raiz.
Desde a década de 1980, Inezita Barroso ainda arranjava um espaço na agenda para dar aulas de folclore. Atualmente, lecionava nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recentemente recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro. Em novembro de 2014, foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando o lugar da folclorista Ruth Guimarães, morta em maio. Em fevereiro de 2015, Inezita foi internada no Hospital Sírio Libanês, onde morreu na noite de 8 de março de 2015. http://pt.wikipedia.org/wiki/Inezita_Barroso
Chiara Civello - A me non devi dire mai [C Civello & T Bungaro]
1°violino: Lisa Green ; 2°violino: Zita Mucsi ; Viola: Nico Ciricugno
Cello: Zsuzsanna Krasznai. Album: Al posto del mondo anno 2012
Chiara Civello é uma cantora, compositora e pianista italiana cujas composições têm influências claras de jazz e blues. Berklee College of Music. http://www.chiaracivello.com/web/
Minerva and the Nine Muses - BALEN, Hendrick van
(b. 1575, Antwerpen, d. 1632, Antwerpen) - Oil on panel - Private collection http://pt.wikipedia.org/wiki/Hendrick_van_Balen