quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Sonata ao silêncio
Da semente ecoa a madeira
Da seiva bruta à vibração das cordas
No passar dos arcos
As notas agudas do coração
Os violinos ressoam no ar
Sobre o mar em onduladas vagas
Vagas acústicas em outras cordas
Transformando-as em palavras
Os olhos cerram no fechar d'alma
Palpitam os sons graves e agudos
Numa inspirada harmonia
Gotas a lacrimejar acalma
Desenfreada a paixão cresce
Nos intensos sons da agonia
O que pela mão vem escreves
Nascendo na música a poesia
Imprescindível
O que pulsa no coração
Corre pelas veias
Transborda em lágrimas
Umedecendo a terra
A quatro mãos
Celebrando o amor
Construindo à paz
Perpetuando à vida
Rumo à eternidade
Imprescindível
A arte de viver
A vida com arte
terça-feira, 10 de julho de 2012
http://desescrupulada.blogspot.com.br/?zx=ba150ab4bf359f2b
Gidon Kremer "Oblivion " de Astor Piazzolla.
Marinas nocturnas
diques en perpectivas infinitas
paisajes oníricos
siluetas enigmáticas perdidas en el vacío y, aunque no se vean,
aguas negras, el viento y la no luz del mar de tu norte
que se filtran hasta en tus inquietantes pupilas.
bolsillos llenos de reveses de espejos.
latidos que incineran. sangre tumultuosa.
caliente. tibio. frío.
un calidoscopio de luciérnagas.
un autorretrato del quebranto.
la caricia pálida y un abrazo seco.
tanta tristeza para decir tan poco
ni una ópera prima le es permitida.
sólo la oscuridad a la que fue sentenciada.
un telón negro de satin sin brillo
un envenenador de ángeles.
Barnabás.
dos susurros en desencuentro.
y las ganas de desnudarse...
(Melaína Kholé)
terça-feira, 26 de junho de 2012
Histórias de uma hiena: De novo
Histórias de uma hiena: De novo:
Mais uma vez me deparo com o texto que escrevi em 1991, um belo texto, modéstia à parte, porém com a autoria atribuída ao grande Mario Qui...
Mais uma vez me deparo com o texto que escrevi em 1991, um belo texto, modéstia à parte, porém com a autoria atribuída ao grande Mario Qui...
terça-feira, 15 de maio de 2012
A tua presença
Poemas de amor - Luso-Poemas
Caindo a folha suave pelo vento
Como se acenando dissesse adeus
Num desatino segundo em mim desperta
Que os momentos passados já não são meus
Que a saudade que desenha sobre a água
Os finos traços do teu meigo rosto
Num leve ondular do espelho ao meu gosto
De a expressão da esperança do teu sorriso
Mas o vento da solidão nas minhas horas
Num frêmito nos teus cabelos realçados
Entre fios negros reluzindo estrelas
Declinando as pálpebras como se oras
Que assim o seja teu aroma no ar
Numa melodia de acordes aflautados
Todas as cores brandas das aquarelas
Num sinal da cruz a nos abençoar
Esquecido sou nas horas do tempo
Que um trevo nas páginas do livro
Separou as vidas entre os capítulos
E a cada recomeço num contratempo
Escritos na linha da vida e da morte
A dupla linha na palma das nossas mãos
Como a imutável órbita do sol e da lua
O destino e os amores à mercê da sorte
Alvorecer-me-ia em múltiplos pseudônimos
Amando-te nas múltiplas mulheres diferentes
Nas noites sem luar e em cada novo amanhecer
Despertando-te arejada e sem termos
Mas olhando teu retrato imóvel, sem desnível
Transborda-me que preciso da lembrança
Para saber-te muitas, orvalhada e imprevisível
Obscureço a tua imagem para sentir tua presença
Caindo a folha suave pelo vento
Como se acenando dissesse adeus
Num desatino segundo em mim desperta
Que os momentos passados já não são meus
Que a saudade que desenha sobre a água
Os finos traços do teu meigo rosto
Num leve ondular do espelho ao meu gosto
De a expressão da esperança do teu sorriso
Mas o vento da solidão nas minhas horas
Num frêmito nos teus cabelos realçados
Entre fios negros reluzindo estrelas
Declinando as pálpebras como se oras
Que assim o seja teu aroma no ar
Numa melodia de acordes aflautados
Todas as cores brandas das aquarelas
Num sinal da cruz a nos abençoar
Esquecido sou nas horas do tempo
Que um trevo nas páginas do livro
Separou as vidas entre os capítulos
E a cada recomeço num contratempo
Escritos na linha da vida e da morte
A dupla linha na palma das nossas mãos
Como a imutável órbita do sol e da lua
O destino e os amores à mercê da sorte
Alvorecer-me-ia em múltiplos pseudônimos
Amando-te nas múltiplas mulheres diferentes
Nas noites sem luar e em cada novo amanhecer
Despertando-te arejada e sem termos
Mas olhando teu retrato imóvel, sem desnível
Transborda-me que preciso da lembrança
Para saber-te muitas, orvalhada e imprevisível
Obscureço a tua imagem para sentir tua presença
sábado, 5 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O Beijo de Fazer Amor
A amada,
Silenciosamente,
Caminha núa pela casa.
São formas róseas.
São curvilíneas pelo corpo.
Tão entregues aos suspiros.
Essa deusa,
Suavemente,
Sob os cabelos soltos, uma asa.
Pairando sobre as nuvens.
Os lábios na boca vermelha.
O gosto de pele e de caos.
Assim desejada,
Sensualmente,
Amada entre suores e beijos.
Entregue aos suspiros se esvai.
Por entre os pelos e os odores.
Numa anatomia perfeita para amar.
Tal dançarina,
Compassadamente,
Num balé amoroso.
Dos corpos invertidos num mesmo desejo.
Dos olhos nos olhos de êxtase.
Nas pernas trançadas.
Tão apaixonada,
Eternamente,
Entregando-se nas bocas molhadas.
Doa-se num beijo.
O beijo de fazer amor.
Cód texto:T1689335
Copyright 2009
sábado, 24 de dezembro de 2011
Mensagem
"Dentro dos meus olhos moram um monge triste,
Preso no silêncio eterno de uma meditação infindável
E uma criança só.
Eles tentam avistar um sino que toca ao longe..."
яαqυєℓ ρєяєιяα яσ¢нα - sρ
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Desejo de Natal
Desejo um Feliz Natal, mesmo que simplório
Mas com sentimentos profundos e intensa empatia
Sinceros, transparentes e verdadeiros
Desejo que a mesa seja farta, bonita e enfeitada
Sem que sejam esquecidos a cozinheira,
a lavadeira, o cachorro, o gato e a missa do galo
Desejo que diante da ceia sempre caiba mais um
E alguns lugares estejam reservados para os ausentes
Pois estão sempre presentes em nossos corações
Desejo alegria, harmonia e nenhum porre
Entre Drink's e a alegria estejam as canções
Desejo os presentes mais criativos até
Aos mais sofisticados eletrônicos
E acima de todos os presentes
Que o mais simplório entre eles seja o amor
Desejo o sabor das guloseimas sem culpa
Que mais que o calor seja o frescor da chuva
Para depois na madrugada o céu se abrir
Pleno de luar cintilando todas as estrelas
Desejo no amanhecer mais fôlego e resistência
Pensamento voltado aos sonhos do Ano Novo
Que sejam poucos mas fiéis e sem tamanho
Mas que em todos os sonhos contenha a felicidade
Desejo que todos eles se realizem plenos
Senão todos, apenas alguns, mas se nenhum, sem neuras
O sonho não morre, como tudo, na vida ou na morte, se transforma
Reconheçamos no final do ano que estamos íntegros
Afinal a vida continuará sempre em movimento
Desejo a sorte de todas as simpatias e cores
Vestindo branco, dourado ou pulando ondas
Num banquete de frutas sobre a areia
Tabuleiros de búzios, tarot e muita proteção
Muita paz e esperança para o ano inteiro
Desejo um pouco mais que o Feliz Ano Novo ou Velho
Que nele esteja o Feliz Aniversário
Aquele bolo necessário, a velinha simbólica
Mas ao teu redor tenha inúmeros, dezenas de amigos
Comemorando mais uma árvore em teu pomar
Desejo um Ano Novo pleno de musicalidade das palavras
Que a cada sílaba que entoas suavemente encantas
Poesia e melodia juntas na sonoridade das canções
Desejo a sensibilidade sobre a pele de uma flor
Em harmonia perfeita, pétalas, pólem, aroma
Se fazendo rarefeita entre bemóis e sustenidos
Tal sopro de vida, corpo e alma em maestria
Desejo que se faça em poesia para o novo ano
Mãos hábeis, pensamentos a mil
Os versos em folhas ao vento em teu jardim
Desejo muito desejo de inspiração e desafios
Aos céus que sempre agradeço pela luz em companhia
Graças a esses desejos, desejo no Ano Novo o melhor
O mais primoroso Feliz AnoVelho
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Luas nuas
Na vaga superfície do mar
Chove o prateado da lua
Levitada no ar plena e nua
Teu olhar mareado parado no ar
A música que cantas o amor
Canta o profundo do coração
Desenhas na lua cheia de emoção
As paisagens que ocultas na dor
Passam sobre a tela redonda
As mãos juntas de outrora
Os braços que o ombro implora
O corpo no corpo que o céu os esconda
Enquanto caminhas sobre a marola
Nas águas de sal repicando em luzes
A lua segue e em teus passos enrola
Em gotas de lágrimas que reluzes
Esse mar amar tão traiçoeiro
O peito aberto e a lua colcheia
Ecoa num coração faceiro
Teimoso à extravasar na cheia
Tantas luas passam e a tua janela
Abre as frestas sobre a tua cama
Enluarando nua a tua pele revela
A outra pele que teu corpo chama
Revelas o nome e a lua maneira
Fará bailar as asas dos teus sorrisos
Até sem voz e esvair-se por inteira
Sobre a lua cheia escreverás teus versos
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Nas cores do retrato
O inverno cobre a noite de frio
Lentamente chove a melancolia
Persiste a solidão no longo caminho
O materno desejo da companhia
Pelo escorregadio gélido vidro
A saudade lacrimeja em gotas
Admirada a paisagem observa
A janela emoldurando a moça
Nas fotos como vais buscando
Só um instante de reencontro
De encontrar-se ouvindo a voz
O teu nome se abrindo encanto
No calor das tardes de sol
Pelas vertentes divisórias da casa
Como as linhas da palma da tua mão
Revelam teu plano da criação
Em cada aresta transparece a magia
Das cirandas ingênuas de alegria
Rodeando em pétalas de afeto
Floreando a tua rosa mais querida
Na suave sombra do dia
A mão afaga entre teus cabelos
Põe no colo para o aconchego
Na cantiga que embala o sono
Repousas no caminho do sonho
As infinitas lembranças abraças
A tua graça segura das companhias
A fêz refúgio de todas as tuas ventanias
O inverno te cobre a noite de frio
Lentamente chove a melancolia
Persiste a solidão no teu longo caminho
O materno desejo da companhia
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Canção de amor
São eternos seus momentos
São mágicos teus gestos
Das teclas, o branco e preto
Brando encanto nas oitavas
Silenciosamente pausas
Desejosos de harmonia
Nessa canção me perderia
Na musicalidade do teu corpo
Meu coração fica a mercê
Nas vibrações das cordas
Tatuo em minh'alma tuas clavas
Pedindo asilo em teu sentimento
Pelo teu amor divino
Sou teu anjo torto
Entrego o meu corpo
Meu par de asas
Em espírito murmuro a prece
Pelas mãos que fazem sonhos
Teu rosto em riso que aparece
Anunciando em versos meu destino
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Caem em gotas
Caem cristalinas, uma a uma,
Sobre a alvura do papel
Brandamente...
As estrelas
Cintilantes ao amanhecer
Da ficção o real ao imaginário
Na ânsia de inspiração
Construindo engenhosas pontes
Dos sonhos a mundana realidade
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Deficiências ou Dicionário do Quintana - Autoria: Profª Renata Vilella
O poema que se tornou conhecido com o nome de "Deficiências" ou "Dicionário do Quintana" é na verdade a parte final de um texto redigido pela professora Renata Vilella, da escola Flor Amarela. http://www.floramarela.com.br/secao.12,sm.11.aspx
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz".
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus.
"-Recentemente, o final do texto, foi divulgado na internet, com o título "Deficiências" e atribuído ao grande Mário Quintana. Com a ajuda de internautas estamos tentando desfazer o equívoco." Professora Renata Vilella-MG
domingo, 10 de julho de 2011
Tempo de viver
E a vida seu curso seguirá
E pela chuva ela passará
E no sol se iluminará
E das tuas dores não saberá
E das tuas alegrias não sentirá
E todo efêmero sublimará
E a solidão sentida contradirá
E no final a vida te lembrará
És terra
Coração perdido
Hoje não tenho cansaço
Indiferente a minha angústia
Com tuas lembranças refaço
Toda a minha alquimia
A minha agonia insiste
Em buscar-te nos tristes versos
A encontrar nas entrelinhas
Os teus segredos reversos
Lastimo o meu destino implacável
Meu tempo presente chegou antes
O meu amor chegou como presente
Num desencontro inalienável
A minha dor na busca persiste
Do alívio no sabor dos sonhos
No brilhante lacrimejar na íris
Meu coração de amor substraíste
Se agora escrevo poemas vazios
Vazio como um peito sem coração
Uma poesia perseguindo palavras
Fazendo-me tolo diante dos desafios
Hoje tornei-me um mistério
Com a mão que colhe palavras
Escrevo no branco das páginas
Somente o que em ti leio
Meus sonhos indecifráveis
Fazem a ponte com o coração
Porque a luz dos olhos teus
Me fazem ver que não são meus
Sem dona por vários dias
Procuro um coração perdido
Hoje caminho refazendo os passos
Preciso encontrá-lo nas tuas poesias
Nas cores do retrato
O inverno cobre a noite de frio
Lentamente chove a melancolia
Persiste a solidão no longo caminho
O materno desejo da tua companhia
Pelo escorregadio gélido vidro
A saudade lacrimeja em gotas
Admirada a paisagem observa
A janela emoldurando a moça
Nas fotos como vou buscando
Só um instante de reencontro
Encontrar-me ouvindo a tua voz
Meu nome se abrindo encanto
No calor das tardes de sol
Pelas vertentes divisórias da casa
Como as linhas da palma da tua mão
Revelam teu plano da criação
Em cada aresta transparece a magia
Das cirandas ingênuas de alegria
Rodeando em pétalas de afeto
Floreando a minha rosa mais querida
Na suave sombra do dia
Afagas a mão entre o cabelo
Teu colo para o aconchego
Na cantiga que embala o sono
Repouso no caminho do sonho
As infinitas lembranças abraço
A tua graça segura das companhias
Refúgio de todas as minhas ventanias
O inverno me cobre a noite de frio
Lentamente chove a melancolia
Persiste a solidão no meu longo caminho
O materno desejo da tua companhia
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
A cidade em que nascí
A cidade em que nascí era plena de cores
O sol nascia avivando o verde das folhas
A ventania corria solta pelas alamedas
Verdejavam as árvores e os pássaros multicores
A cidade em que nascí era de casas abertas
Se avizinhavam tranquilas em ruas alegres
Pardais em sinfonia ao raiar de todo dia
Ficavam o leite e o pão nas manhãs dos portões
As crianças inventavam livres brinquedos
A bola subia pela fachada das vidraças
Na praça o limite do céu era das pipas
No centro do alvo a guerra dos estilingues
A cidade em que nascí o bonde ainda passava
Entre ruas estreitas com muito orvalho
Passava aberto tilintando a sineta
Revoando as folhas por entre os trilhos
Imensos casarões ladeavam as avenidas
Ostentando a herança dos cafezais
Muitas quadras eram dos cinemas
Piscando luminosos de novos filmes
A cidade em que nascí raiava o dia
Com andarilhos alegres de baile
De tanta dança cansados da noite
Tranquilos na manhã buscando o sono
A cidade em que nascí não mais existe
Ao longo do tempo as cores se perderam
De cinza e preto tingiram os pigmentos
Sem limites edificaram arranhando o céu
Se ilharam as casas pelos altos muros
Por detrás das grades observam as janelas
Transparece ao sol o apuro dos rostos
As estrelas da lua obscurecem na cinza névoa
A cidade em que nascí já não aquece
Nos corações ficaram o frio do concreto
Nas pistas de rolamento o jogo de paciência
Toda violência transbordou seu limite
A cidade em que nascí nunca dorme
De insônia crônica de submundo
Sem noites os dias vão violando
As crianças esquecidas de infância
A cidade em que nascí não mais existe
Não se reconhece pelo passado
Na cidade em que nascí não mais existo
Somos o anonimato, estranhos um para outro
domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Do Divino Rei sou realengo
Rio de Janeiro - Realengo 07/04/2011
Na aurora de um novo dia
Não tenho mais os sonhos
O sorriso livre que trazia
Perdeu-se no pavor medonho
O universo que aflorava em vida
Na alegria das cores de um jardim
A desprotegida paz foi traída
Sem como resgatar a vida do fim
Desbravador dos sete mares
Infante régio dos continentes
Aprendiz dos grandes navegadores
Do Divino Rei sou realengo
Se tiras da existência ainda jovem
Do botão sem desabrochar a vida
Rapinas as asas de anjo como provém
Cairás em solo sem nome homicida
Renegas a dor e a saudade aos meus
Pelo desgosto do amor, do sorriso e da flor
Hoje me faço em paz em Jesus
Do Divino Rei sou realengo
(ps. minha poesia é pequena diante da dor,
modestamente concedo as palavras a eles.
Peço apenas que orem por eles.)
segunda-feira, 21 de março de 2011
Cantiga de amar
Há uma cantiga no ar
Uma pequena sereia
Colhendo estrelas cadentes
Embalando as vagas do mar
Pequenas sereias no mar
Colhendo cantigas cadentes
Reluzentes nas vagas
Embalando as estrelas no ar
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